Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro​

dr. Marcio Lucas

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro

20 anos de experiência na área de Cirurgias Bariátricas e Metabólica.

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro​
Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro​

dr. Marcio Lucas

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro e Região dos Lagos.

Mais de 20 anos de experiência na área de Cirurgias Bariátricas e Metabólica.

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro​

dr. Marcio Lucas

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro e Região dos Lagos.

20 anos de experiência na área de Cirurgias Bariátricas e Metabólica.

Conheça o
Dr. Marcio Lucas

O Dr. Márcio Lucas tem 22 anos de experiência na área de cirurgia bariátrica e metabólica, para o tratamento de obesidade e doenças relacionadas. Há 16 anos está a frente do Centro Avançado de Cirurgia do Aparelho Digestivo, localizado no centro do Rio de Janeiro.

Oferece aos seus paciente um atendimento humanizado com qualidade, atenção e  esclarecimento das dúvidas sobre os tipos de procedimentos, cuidados no pré e pós-operatório, diferenças na qualidade de vida, entre outras.

Priorizando o atendimento completo, a confiança e a segurança dos pacientes, tem em sua clínica profissionais de saúde, como nutricionista, psicóloga, endocrinologista e cirurgiã plástica, necessários  no acompanhamento do pré e pós-operatório.

É um médico determinado e comprometido no sucesso de devolver a qualidade de vida, bem estar e autoestima de seus paciente acometidos por obesidade e outra doenças relacionadas.

Comece a transformação da sua vida, nós proporcionamos a melhor jornada

Pessoas acometidas pela obesidade, independente do seu grau, tem uma vida mais restrita e ainda tem mais chances de desenvolver outros problemas de saúde, colocando a vida em risco.

Atividades simples, como calçar um sapato ou levantar-se da cama passam a ser cada vez mais difícil. Sem falar dos problemas de saúde como diabetes, hipertensão e doenças respiratórias. Diante dessas situações críticas, muitos decidem buscar ajuda médica.

A cirurgia bariátrica é a libertação e transformação para uma nova vida, conhecida popularmente como a metamorfose da borboleta. Pois, é assim que os pacientes que desejam ou que já realizaram a cirurgia se denominam: Borboletas.

A alusão do procedimento cirúrgico a metamorfose da borboleta, ao sair do ovo, a lagarta tem uma aparência considerada feia e uma mobilidade deficiente, passando para o estágio de crisálida, o “encasulamento” que representa o pós-operatório, até chegar ao estágio final, de torna-se uma linda borboleta, que voa levemente mostrando sua delicadeza e beleza ímpar. Após o período de adaptação do pós-operatório, os pacientes começam a sentir mais qualidade de vida, bem estar, confiança e auto estima. Estão leves e prontos para alçarem novos voos!

Dr. Márcio Lucas, é um cirurgião com mais de 20 anos de experiência na área de procedimentos de gastroplastia. Colecionando muitos casos bem sucedidos ao longo de sua carreira, traz como maior satisfação, a possibilidade de devolver o bem estar e a qualidade de vida aos seus pacientes acometidos pela obesidade e outras doenças.
Em seu consultório, oferece todos os esclarecimentos e informações para os interessados na cirurgia, seja para o tratamento da obesidade bem como para diabetes. Conta com uma equipe de profissionais da saúde especializada, psicóloga, nutricionista, endocrinologista e cirurgiã plástica, nos cuidados de pré e pós operatório.

Venha conhecer nosso espaço e ver como podemos ajudá-lo a transformar sua vida, pois você merece!

Quando procurar um cirurgião bariátrico?

Obesidade

A obesidade define-se como um acúmulo de gordura no corpo causado, na maioria das vezes, por um consumo excessivo de calorias na alimentação, maior ao valor necessário do organismo para sua manutenção e realização das atividades do dia a dia. Isto é: a obesidade acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente.

Cirurgia bariátrica

Pessoas com obesidade mórbida e comorbidades, como diabetes e hipertensão, podem optar por fazer a cirurgia de redução de estômago para controlar o peso e sair da obesidade. A cirurgia é indicada para pacientes com índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou IMC entre 35 e 40 com pelo menos duas complicações relacionadas.

Doenças relacionadas

Problemas de saúde como diabetes ou intolerância à glicose, hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares, osteoartrose severa, doença do refluxo, doença pulmonar e/ou apneia obstrutiva do sono e esteatose hepática não alcoólica são os mais comuns relacionados à obesidade.

IMC

O IMC que é calculado dividindo-se o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros). E pode ser calculada quanto o grau do IMC: Entre 25 e 29,9 kg/m² = Sobrepeso;
Entre 30 e 34,9 kg/m² = Obesidade grau I;
Entre 35 e 39,9 kg/m² =Obesidade Grau II;
= 40 kg/m² = Obesidade Grau III.
Calcule seu IMC utilizando a calculadora abaixo.

Calculadora de IMC

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Vamos conversar?

Principais atendimentos do
Dr. Márcio Lucas

Está com alguma dessas patologias? Fique tranquilo! Elas têm tratamento. 

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Obesidade Mórbida

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Diabetes

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Gordura no fígado

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Hipertensão

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Cálculo na vesícula

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Colesterol alto

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Hérnia de hiato

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Câncer no aparelho digestivo

Não sofra mais com a obesidade

Tratamentos, cirurgias e exames realizados pelo Dr. Marcio Lucas

Cirurgias e tratamentos

Tratamento de Azia e Refluxo

Cirurgia de hérnia de hiato

Tratamento para tumores no sistema digestivo

Retirada de Vesícula

Cirurgias bariátricas de todos os modelos

Exame

Bioimpedância

Forma mais completa e exata para avaliar a obesidade e seus agravos.

Sua saúde é muito importante

Currículo

Cirurgião Bariátrico e Metabólico no Rio de Janeiro​

Depoimentos

"Fiz bariátrica com o Dr. Marcio Lucas. Equipe maravilhosa, ótimo profissional. Já fiz há 3 anos e estou ótima."

R.D.

"Tenho 6 anos de cirurgia.... qualidade de vida e sem patologias... Se faria tudo de novo? Com certeza... Arrependimento? Só de não ter feito antes."

C.G.

Convênios
atendidos

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(por reembolso)

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Liberte-se da obesidade e suas implicações!  

Equipe

Dr. Caio Borga

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Artigos do
Blog

Diabetes: sintomas, causas e tratamentos

Na lista de enfermidades que preocupam o brasileiro está o diabetes. O descompasso metabólico que caracteriza o problema, se não tratado adequadamente, mina, e muito, a qualidade de vida do portador da enfermidade. No mundo, mais de 380 milhões de pessoas convivem com a doença. No Brasil, o número de diabéticos ultrapassa 13 milhões de indivíduos.  Vamos entender mais sobre este tema? Continue a leitura para saber mais. O que é o diabetes? Quando falamos de diabetes, estamos nos referindo a, basicamente, dois tipos: 1 e 2. O primeiro ocorre quando o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta do pâncreas, levando a pouca ou nenhuma liberação de insulina.  O segundo tipo surge quando o organismo não dá conta de usar, de maneira adequada, a insulina que produz,ou não a produz em quantidades suficientes para controlar os níveis de açúcar no sangue. É o tipo mais prevalente.  Outro tipo da doença é o diabetes gestacional, que é temporário e acontece, como o nome sugere, na gestação. Quase 5% das gestantes são afetadas, sendo que a condição eleva o risco de desenvolvimento posterior para a mãe e o bebê.  Causas do diabetes tipo 2 Hábitos não saudáveis são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, além da genética. As causas mais influentes para o surgimento da doença, incluem:  pressão alta; colesterol alto; alterações na taxa de triglicérides no sangue; sobrepeso (principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura);  histórico familiar positivo para a patologia; doenças renais crônicas; síndrome de ovários policísticos; distúrbios psiquiátricos (esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar); apneia do sono; uso de medicamentos da classe dos glicocorticóides. Tratamentos para a doença O diagnóstico do diabetes é muito simples e rápido. Com uma gotinha de sangue, é possível saber se há alguma alteração na taxa de glicemia. Se o resultado for positivo, entram em cena outros testes mais específicos, como o curva glicêmica, para que se inicie o tratamento o quanto antes. Se for constatado o tipo 1, o paciente precisará de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores considerados normais. Elas são aplicadas pela própria pessoa, na barriga, na coxa, no braço, na região da cintura ou nos glúteos. Um aparelho pequeno e acessível ajuda no controle diário das taxas de insulina. O tipo 2, por sua vez, requer uso de medicamentos inibidores da alfaglicosidase (impedem a digestão e absorção de carboidratos no intestino), sulfonilureias (estimulam a produção pancreática de insulina pelas células) e/ou glinidas (agem também estimulando a produção de insulina pelo pâncreas). Quando eles, associados à dieta, não conseguem controlar os níveis de açúcar no sangue, as injeções são consideradas.  E por falar em dieta, ela é essencial (muito mesmo) para o paciente que tem diabetes. Sem alimentação saudável, saúde corre grande risco. Outros dois pontos cruciais são a prática de atividade física e o abandono do cigarro. Se você quer ficar longe desse mal, além de adotar um estilo de vida saudável, faça exames regularmente, pois, em muitos casos, o pré-diabetes é uma oportunidade de evitar danos maiores ao organismo.  Quer saber mais? Clique no banner!

Obesidade e bullying: efeitos sobre os jovens

A obesidade e bullying tem uma relação muito próxima e configuram como uma grande complexidade para a vida dos jovens que, em muitas situações, não se sentem confortáveis com a imagem corporal. A obesidade pode ter início em qualquer fase da vida. Porém, em se tratando dos mais novos a situação é um tanto mais complexa. Não é raro que, ao sofrer bullying devido ao peso, o jovem se torne mais tímido, menos expansivo e mais retraído. Além disso, precisamos considerar que as cobranças da sociedade por um corpo cada vez mais “perfeito”, pioram ainda mais essa situação. Relação entre bullying e obesidade O bullying é caracterizado como um ato de violência — física ou emocional — direcionado a um grupo ou a um indivíduo. O que complica ainda mais as coisas é o fato de que, na sociedade moderna, essa prática é algo rotineiro e, em muitas situações, até permitida. Talvez, o maior problema esteja na população que ainda não compreendeu que a obesidade entre os jovens não é uma escolha, é uma condição daquela pessoa. Os jovens alvos do bullying, geralmente são pouco sociáveis, são cheios de insegurança e tem uma baixa estima. Esses fatores os tornam alvos ainda mais atrativos para os perpetradores da violência. Por outro lado, quem pratica o bullying é, de certa forma, também uma vítima do meio ao qual está inserido. Esses, normalmente, são os mais fortes e quase sempre são de famílias desestruturadas onde a falta de afetividade e o comportamento violento são coisas comuns. Isso quer dizer que o bullying deve ser combatido, mas não somente isso, é preciso ir atrás da raiz do problema, por meio de ações afirmativas para que todo o cenário seja modificado positivamente. Os efeitos do bullying nos jovens Uma das consequências mais dramáticas da relação entre obesidade e bullying é a depressão nos jovens. Nas últimas décadas, essa alteração psiquiátrica tem visto seus números crescerem ano a ano entre os mais novos. Os jovens que são afetados por essa condição começam a apresentar falta de interesse nas atividades que realizavam com frequência, tornam-se mais inquietos, agressivos e, claro, os relacionamentos sociais e familiares também começam a serem afetados. O quadro de depressão complica ainda mais a situação da obesidade, pois esses jovens podem começar a buscar na comida uma espécie de fuga ou algo que lhe dê prazer. Outra consequência que surge como resultado da obesidade e bullying é a ansiedade que torna-se algo frequente e persistente. E, novamente, é um risco que apenas piora o quadro geral, pois assim como na depressão, a comida também pode se tornar uma válvula de escape. Identificando o bullying Os sinais de que o jovem tem sido alvo de bullying passam desapercebidos em boa parte das situações, pois ele tenta esconder que algo está errado. Muitas vezes, ele tem queda no rendimento, piora na segurança, queda na estima, irritação fácil, medo, vergonha, alterações no sono e sinais de tristeza. A família até percebe tais sinais, mas não raro, os considera como algo da idade ou simplesmente, um tipo de chateação. Porém, como ficou claro até aqui, a obesidade e bullying são coisas sérias. A família deve sempre ficar atenta, pois nem sempre o jovem sabe como procurar ajuda. Uma sugestão simples e que ajuda muito é procurar manter um canal de comunicação livre, sem preconceitos e julgamentos, para que ele se sinta protegido e seguro para falar sobre o que o aflige. Quer saber mais? Clique no banner!

7 fatores de risco para a obesidade

A obesidade é um grave problema de saúde pública e está associada às causas das duas doenças que mais matam no mundo. Com a evolução tecnológica, houve uma completa transformação no estilo de vida da população, tornando-os mais sedentários. Para evitar esse problema, é preciso conhecer os principais fatores de risco que podem provocar o excesso de gordura corporal. Pensando nisso, preparei esse texto sobre o assunto. O que é obesidade? A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Um indivíduo é considerado obeso a partir do cálculo do seu Índice de Massa Corporal (IMC). O IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar o grau de sobrepeso e obesidade de uma pessoa. A partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo, que irá se encaixar em uma das seguintes faixas de referência: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; De 30 a 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, está com obesidade grau 2; Mais do que 40, está com obesidade grau 3. Além disso, a obesidade pode ser classificada de acordo com a forma como se manifesta. O tipo androide se caracteriza pela curvatura abdominal em formato de maçã. Por fim, o terceiro tipo é o ginecoide, mais comum em mulheres, tem como característica a concentração da gordura nas nádegas, quadril e coxas em formato de pera. Quais são os fatores de risco da obesidade? Existem diversos fatores que podem ser considerados como causas da obesidade. Eles podem ir de aspectos ambientais a emocionais. Conheça, a seguir, os principais fatores de risco para a doença. Sedentarismo O sedentarismo é uma condição que está integralmente associada ao quadro de excesso de gordura corporal e também é um dos maiores fatores de risco para cardiopatias. É considerado sedentário quem não faz um total de 150 minutos de atividade física por semana. Os indivíduos com estilo de vida sedentário, ingerem, diariamente, mais calorias do que queimam, provocando o ganho de peso. Genética A genética do paciente influencia na quantidade de gordura acumulada pelo corpo, na forma como ela é distribuída por ele, no grau de eficiência do organismo para transformar as calorias em energia e em como o corpo queima essas calorias durante a prática de exercícios. Maus hábitos alimentares Uma alimentação não balanceada, rica em calorias, bebidas hipercalóricas e em grandes porções é um dos principais fatores de risco para a doença, pois presta grande contribuição ao ganho de peso do paciente. Estilo de vida familiar É muito comum encontrar a doença em todos os membros de uma família. Isso não se deve apenas a genética, mas sim ao compartilhamento dos mesmos hábitos dentro de casa.  Uso de medicamentos Se não houver uma compensação por parte do paciente, o uso de medicamentos para diabetes, antidepressivos, anticonvulsivos, antipsicóticos, esteroides ou beta-bloqueadores podem favorecer o ganho de peso. Consequência de outras doenças para a obesidade Em casos mais raros, uma pessoa pode se tornar obesa em função de outra doença, como por exemplo, a síndrome de Cushing ou de Prader-Willi. A artrite também pode provocar o aumento de peso por causa da inatividade do paciente. Distúrbios do sono Por ocasião de alguns distúrbios do sono, o paciente pode sofrer com dificuldades para dormir ou pode permanecer dormindo por muito tempo. Ambas as situações afetam o apetite e podem fazer com que a pessoa consuma mais calorias e carboidratos do que deveria. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre Clínica Médica e Promoção Geral da Saúde.