Hérnia incisional: sintomas e tratamentos

A hérnia incisional pode surgir após cirurgias na região do abdômen, provocando sintomas dolorosos e preocupação no paciente. Apesar disso, ela é simples de identificar e pode ser facilmente resolvida após ser diagnosticada. Aliás, esse tipo de hérnia no abdômen não é nada incomum. De acordo com dados apresentados pelo Ministério da Saúde, até 8% da população brasileira possui alguma das variações de hérnia no local. Nem todas são provocadas por cirurgia, e cada uma tem sua particularidade. Acompanhe este artigo e entenda o que é este tipo de hérnia, seus principais sintomas e tratamentos. O que é a hérnia incisional? Após qualquer cirurgia no abdômen, é feita uma sutura para fechar o corte, independente do tamanho da incisão. Essa região fica naturalmente frágil, em comparação com o restante do corpo. Por isso mesmo, podem surgir as famosas hérnias incisionais no local submetido a cirurgia anterior. Nesse caso, o que acontece é que a pele onde foi feita a sutura fica tão frágil, que pode ser que os órgãos próximos à região comecem a se estender e provocar um abaulamento, que pode ser doloroso ou não ao toque. Isso não significa que toda sutura realizada no abdômen vai provocar uma hérnia do tipo. Diversos fatores, como obesidade e hábito de fumar, por exemplo, ou até mesmo exercício excessivo no período de repouso da cirurgia, podem causar o problema. Problemas no pós-operatório também podem contribuir. Quais são os sintomas? Os sintomas são fáceis de identificar e devem ser informados para o médico imediatamente. O mais visível é o abaulamento na região em que foi feita a sutura, possivelmente acompanhada por dores na região. Sentir dores durante exercícios físicos ou ao tocar a cicatriz também são bastante comuns. Todos esses sintomas podem ser inconstantes, desaparecendo e voltando pouco tempo depois. Em casos raros e mais graves, as dores e abaulamento podem ser acompanhadas de náuseas, e o paciente deve ser levado para o médico imediatamente. Qual é o tratamento? Geralmente, o diagnóstico é feito rapidamente pelo médico, em exames clínicos simples após identificar o abaulamento no local indicado pelo paciente. Raramente, é necessário fazer exames mais complexos, como exames de imagem. O tratamento também é simples, envolvendo uma pequena cirurgia para a retirada da hérnia incisional. Todo o procedimento é rápido e geralmente o paciente é liberado já no dia seguinte após a operação. Os cuidados pós-operatórios também não são complexos, mas é necessário evitar esforço físico por pelo menos 10 dias, além de atenção redobrada para evitar infecção. Nos dias após a cirurgia, é possível que o paciente sinta dores moderadas. Porém, se as dores persistirem, é importante que ele retorne ao médico, para conferir se não houve lesão nos nervos da região ou até mesmo o reaparecimento da hérnia. Quer saber mais? Clique no banner!

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Câncer de vesícula: sintomas, causas e tratamento

A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado no quadrante superior direito do abdômen. Ela possui de 7 a 10 cm, e sua principal função é o armazenamento da bile, substância produzida pelo fígado e que auxilia na digestão de gorduras. Assim como qualquer outro órgão, a vesícula pode adoecer. As doenças biliares mais comuns são a colelitíase (cálculos na vesícula) e a colecistite (inflamação na vesícula). Em casos mais raros, tumores malignos podem se desenvolver no órgão ou nas vias biliares. O câncer de vesícula tem diagnóstico difícil e geralmente tardio, uma vez que seus sintomas normalmente aparecem apenas em estágio avançado. Só para ter ideia, apenas 20% dos tumores são diagnosticados nas fases iniciais, quando ainda não houve metástase. Quer saber mais sobre o câncer na vesícula? Neste artigo, você vai conhecer as principais manifestações, além de suas causas e dos tratamentos disponíveis. Continue a leitura! Sintomas Na maioria dos casos, o câncer de vesícula é assintomático no início, entretanto, à medida que o tumor avança, podem surgir sinais como amarelamento da pele e dos olhos, desconforto abdominal, coceira, náuseas, vômitos, nódulos abdominais, urina escura, fezes esbranquiçadas, perda de peso e perda de apetite. Os sintomas tendem a agravar gradualmente e a dor no abdômen pode se tornar mais intensa e frequente com o passar do tempo. Como as manifestações do câncer de vesícula são similares aos sintomas de outros problemas digestivos, é importante buscar o diagnóstico correto para confirmar ou descartar a doença. O diagnóstico diferencial envolve exames como ultrassom, tomografia, ressonância magnética e biópsia. Esses testes ajudam a identificar a extensão da doença. Causas O câncer na vesícula biliar ocorre por causa de mutações genéticas no DNA celular, o que desajusta o processo natural de divisão celular e dá início à multiplicação excessiva e desordenada de células anormais que formam o tumor maligno. Alguns fatores de risco aumentam as chances de desenvolver a enfermidade, entre eles estão a idade avançada, a presença de cálculos biliares, a existência de colangite esclerosante, inflamações crônicas, hereditariedade, exposição química, etc. Tratamentos O tratamento do câncer de vesícula depende diretamente de fatores como estágio da doença, idade e estado clínico do paciente. A detecção precoce aumenta – e muito – as chances de cura do paciente, isto é, quanto mais cedo o problema for descoberto e tratado, maiores são as chances de resultados bem-sucedidos. A remoção completa da vesícula (colecistectomia) é a principal indicação de tratamento quando o câncer é diagnosticado logo no começo. Vale acrescentar que, embora o órgão exerça uma função importante, ele não é vital. Por isso, é possível levar uma vida normal adotando uma dieta balanceada e livre do excesso de gordura. Além da cirurgia, a abordagem terapêutica também pode incluir radioterapia e quimioterapia. Em casos mais graves e muito avançados, quando as chances de cura são pequenas ou nulas, o tratamento paliativo deve entrar em cena para promover o alívio dos sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre Cirurgia Geral. 

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7 fatores de risco para a obesidade

A obesidade é um grave problema de saúde pública e está associada às causas das duas doenças que mais matam no mundo. Com a evolução tecnológica, houve uma completa transformação no estilo de vida da população, tornando-os mais sedentários. Para evitar esse problema, é preciso conhecer os principais fatores de risco que podem provocar o excesso de gordura corporal. Pensando nisso, preparei esse texto sobre o assunto. O que é obesidade? Em resumo, a obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Um indivíduo é considerado obeso a partir do cálculo do seu Índice de Massa Corporal (IMC). Nesse sentido, o IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar o grau de sobrepeso e obesidade de uma pessoa. Assim, a partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo, que irá se encaixar em uma das seguintes faixas de referência: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; De 30 a 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, está com obesidade grau 2; Mais do que 40, está com obesidade grau 3. Além disso, a obesidade pode ser classificada de acordo com a forma como se manifesta. O tipo andróide se caracteriza pela curvatura abdominal em formato de maçã. Por fim, o terceiro tipo é o ginecóide, mais comum em mulheres, tem como característica a concentração da gordura nas nádegas, quadril e coxas em formato de pera. Quais são os fatores de risco? Existem diversos fatores que podem ser considerados como causas da obesidade. Eles podem ir de aspectos ambientais a emocionais. Conheça, a seguir, os principais fatores de risco para a doença. Sedentarismo O sedentarismo é uma condição que está integralmente associada ao quadro de excesso de gordura corporal e, além disso, é um dos maiores fatores de risco para cardiopatias. Assim, é considerado sedentário quem não faz um total de 150 minutos de atividade física por semana. Os indivíduos com estilo de vida sedentário, ingerem, diariamente, mais calorias do que queimam, provocando o ganho de peso. Genética A genética do paciente influencia na quantidade de gordura acumulada pelo corpo, na forma como ela é distribuída por ele, no grau de eficiência do organismo para transformar as calorias em energia e em como o corpo queima essas calorias durante a prática de exercícios. Maus hábitos alimentares Uma alimentação não balanceada, rica em calorias, bebidas hipercalóricas e em grandes porções é um dos principais fatores de risco para a doença, pois presta grande contribuição ao ganho de peso do paciente. Estilo de vida familiar É muito comum encontrar a doença em todos os membros de uma família. Isso não se deve apenas à genética, mas sim ao compartilhamento dos mesmos hábitos dentro de casa.  Uso de medicamentos Se não houver uma compensação por parte do paciente, o uso de medicamentos para diabetes, antidepressivos, anticonvulsivos, antipsicóticos, esteróides ou beta-bloqueadores podem favorecer o ganho de peso. Consequência de outras doenças Em casos mais raros, uma pessoa pode se tornar obesa em função de outra doença, como por exemplo, a síndrome de Cushing ou de Prader-Willi. A artrite também pode provocar o aumento de peso por causa da inatividade do paciente. Distúrbios do sono Por ocasião de alguns distúrbios do sono, o paciente pode sofrer com dificuldades para dormir ou pode permanecer dormindo por muito tempo. Ambas as situações afetam o apetite e podem fazer com que a pessoa consuma mais calorias e carboidratos do que deveria. Esses são apenas alguns dos fatores de risco para obesidade. O importante é estar atento a eles e, caso suspeite de algo, procurar um médico para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

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4 hábitos a serem realizados após a cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica revolucionou a medicina no que diz respeito ao tratamento da obesidade. Porém, o seu sucesso depende da disciplina e do comprometimento do paciente para mudar o seu estilo de vida e abandonar os maus hábitos. Nas próximas linhas, você irá conhecer alguns hábitos que são imprescindíveis de serem adotados pelo paciente após a gastroplastia. O que é a cirurgia bariátrica? A gastroplastia, como é chamada, é uma cirurgia que tem por objetivo reduzir a capacidade do estômago do paciente e, em alguns casos, desviar o caminho do intestino para promover a sensação de saciedade com menor ingestão de alimentos. Existem diferentes tipos de técnicas para atingir esse resultado, mas apenas quatro delas são autorizadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). São elas a gastroplastia em Y de Roux (GYR), a gastrectomia vertical (GV), a derivação biliopancreática (DBP) e a banda gástrica. A cirurgia de redução de estômago é uma excelente alternativa para o tratar a obesidade e as comorbidades causadas por ela. Porém, é um procedimento complexo e que oferece riscos ao paciente. Por isso, é a última instância de tratamento para pacientes obesos. Para estar apto à cirurgia, o primeiro requisito é ter o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou maior ou igual a 35, para quem já tenha desenvolvido alguma comorbidade. Logo após, alguns exames são realizados para avaliar a saúde física e psicológica do paciente. Quais hábitos preciso passar a ter? Para que o resultado da cirurgia bariátrica seja um sucesso, é fundamental que o indivíduo abandone os maus hábitos e adquira comportamentos saudáveis.  O reganho de peso é uma realidade para muitas pessoas que já realizaram o procedimento. Para evitar essa situação, os seguintes comportamentos precisam adquiridos. Dieta A necessidade de mudar a forma como se alimenta é uma regra essencial para quem se submete à gastroplastia. Para isso, é preciso seguir a dieta preparada pelo nutricionista. A reeducação alimentar deve ser iniciada antes da cirurgia, para que o paciente conheça os grupos de alimentos saudáveis e quais tipos de produtos ele precisa ignorar. Prática de atividade física Logo após a alta hospitalar, já é recomendado que o paciente inicie a prática de alguma atividade física leve e por, no máximo, 30 minutos. Os exercícios potencializam a redução de peso, favorecem a recuperação, evitam a formação de trombose e estimulam o intestino. Ao final do primeiro mês, a intensidade dos exercícios pode ser aumentada. Deve-se evitar apenas atividades que elevam a pressão interna da cavidade abdominal, como abdominais ou levantamento de pesos. Acompanhamento psicológico Toda mudança de hábitos passa pela transformação psicológica. A obesidade é uma patologia que pode ter origem no cérebro, pois está atrelada à depressão e à ansiedade. Por isso, é imprescindível que  haja o acompanhamento psicológico antes e depois da cirurgia bariátrica. Evitar fumar e o consumo abusivo de álcool As bebidas alcoólicas são hipercalóricas e prejudicam a absorção de vitaminas importantes. Além disso, são substâncias viciantes e podem causar uma compulsão. O tabagismo deve ser evitado, pois é um dos responsáveis pela ocorrência de complicações durante a cirurgia. Ao seguir essas recomendações, o paciente já reduz as chances de complicações e de reganho de peso após a cirurgia bariátrica. Quer saber mais? Clique no banner!

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Videolaparoscopia: o que é e quando é indicada

A videolaparoscopia é uma técnica que realmente revolucionou a Medicina: multifuncional, ela pode ser usada para fins diagnósticos ou terapêuticos, podendo ser aplicada na detecção e tratamento de diversas enfermidades. A cirurgia videolaparoscópica é realizada a partir de pequenas incisões pelas quais os instrumentos cirúrgicos são introduzidos, incluindo a microcâmera que permitirá a visualização da região a ser operada. Por ser um procedimento minimamente invasivo, é mais rápido e seguro. Além de reduzir o tempo de cirurgia, a técnica também diminui a dor pós-operatória e o risco de complicações, além de agilizar o retorno do paciente às atividades normais. Continue a leitura para saber mais sobre esse tipo de operação e quando ela é indicada. O que é videolaparoscopia, afinal? A videolaparoscopia é um procedimento que pode servir tanto como exame quanto como cirurgia exploratória. Trata-se de uma técnica pouco invasiva que consiste na realização de pequenos furos por onde passarão uma endocâmera e os demais itens necessários para visualizar a área e criar o espaço necessário para fazer as devidas manobras cirúrgicas. Quais são as indicações de videolaparoscopia? A videolaparoscopia é indicada para fins variados, como por exemplo: Retirada do apêndice – A cirurgia videolaparoscópica é indicada para quadros de apendicite, isto é, apêndice inflamado. A condição causa dor abdominal aguda e, se não for devidamente tratada, pode colocar a vida do paciente em risco caso o apêndice se rompa. Remoção da vesícula – A videolaparoscopia é indicada também para a realização de colecistectomia, procedimento focado na remoção da vesícula impactada por cálculos biliares ou inflamação severa. Extirpação de tumores – No tratamento de diversos tipos de câncer, a videolaparoscopia pode ser bastante útil. O procedimento é recomendado, por exemplo, para retirar tumores e pólipos no cólon. Cirurgia bariátrica – Atualmente a videolaparoscopia também é indicada para a realização da gastroplastia. Como se trata de uma operação de grande porte, capaz de impactar fortemente a vida do paciente que se submete a ela, a técnica entra em cena como uma alternativa cirúrgica que oferece menor risco e maior conforto pós-operatório. Realização de biópsia – O procedimento serve também para fazer biópsia em diferentes órgãos com suspeita de acometimento. A biópsia do fígado, por exemplo, pode ser transvenosa ou videolaparoscopica. Outras indicações – A videolaparoscopia é muito abrangente, desse modo, pode ser indicada para para a retirada do baço, tratamento de hérnias abdominais, cirurgia ginecológica como a histerectomia (remoção do útero), cirurgia urológica, entre outros. Vale destacar que pessoas de ambos o sexos, faixas etárias variadas e com diferentes condições de saúde podem receber a indicação médica de realização de videolaparoscopia, entretanto, já no bloco cirúrgico, a depender do quadro, pode ser necessário converter a técnica para cirurgia aberta, a fim de alcançar um melhor resultado no tratamento. Nesse caso, o corte será maior, o trauma e a dor local tendem a ser maiores, assim como o tempo de recuperação. Quer saber mais? Clique no banner!

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5 cuidados no pós-operatório da cirurgia bariátrica

Assim como qualquer intervenção cirúrgica, há o risco de complicações ou de insucesso da cirurgia bariátrica. Na maioria dos casos, ambas as situações ocorrem pela negligência dos pacientes com os cuidados que precisam ser tomados antes e depois do procedimento. Você sabe como é o pós-operatório dessa cirurgia? Então, continue a leitura e saiba as principais recomendações médicas que devem ser seguidas após a operação. O que é a cirurgia bariátrica? A cirurgia de redução de estômago, como é conhecida, é uma alternativa eficiente para o tratamento da obesidade e de outras doenças adquiridas em função do excesso de peso. Apesar de ser um procedimento seguro e eficaz, só é recomendado em último caso. Para estar apto à cirurgia, o primeiro requisito é ter o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou maior ou igual a 35, para quem já tenha desenvolvido alguma complicação em função da doença.  Posteriormente, haverá uma série etapas a serem cumpridas. Isso porque o paciente precisa estar apto física e psicologicamente para o procedimento. O procedimento varia conforme a técnica, mas, consiste em reduzir o tamanho do estômago e desviar o caminho do intestino.  O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou quatro tipos de técnicas de cirurgia bariátrica, sendo eles a gastroplastia em Y de Roux (GYR), a gastrectomia vertical (GV), a derivação biliopancreática (DBP) e a banda gástrica ajustável. Conheça os cuidados no pós-operatório Para o sucesso da cirurgia bariátrica, é imprescindível que o paciente siga as orientações para o pós-operatório. São medidas de curto e longo prazo que irão ajudar o organismo a manter a redução de peso obtida por meio do procedimento. Dieta pós-operatória O primeiro mês após o procedimento é o período de recuperação do paciente e o segundo é o momento da reabilitação do organismo. Por isso, o médico irá recomendar uma dieta líquida para os primeiros quinze dias. Posteriormente, o paciente precisa seguir a alimentação que foi orientada por um nutricionista. Geralmente, a recomendação é de que sejam consumidos dois litros de líquidos por dia. Essa medida ajuda a evitar a desidratação, formação de cálculos renais e trombose. Reposição vitamínica Após a quarta semana depois da cirurgia, o paciente inicia a dieta pastosa em conjunto com a reposição vitamínica. Essa reposição costuma ser um complexo de vitaminas, cálcio e vitamina D. Essa medida ajuda a afastar o aparecimento de alguns problemas, tais como, anemia, osteoporose e outras doenças decorrentes da má absorção. Uso de medicamentos Geralmente, uma das etapas do pós-operatório é a utilização temporária de alguns medicamentos. Um deles são os antiácidos, que ajudam a reduzir a formação de úlceras no novo estômago. Os analgésicos também podem ser prescritos para tratar a dor local. Acompanhamento psicológico A compulsão alimentar se inicia na mente do paciente, por isso, o acompanhamento psicológico é fundamental para que haja uma transformação nessa maneira de pensar.  Além disso, é comum que, após o procedimento, o operado transfira a fixação por comida para outras coisas, como por exemplo, consumo de álcool, compras ou sexo. Estar atento aos sintomas Nos primeiros meses após a cirurgia bariátrica, o paciente pode sofrer com dor, febre, vômito, inchaços nos membros inferiores, confusão mental e até apatia. Assim, é preciso estar atento ao comportamento do organismo. O médico responsável deve ser procurado imediatamente. Apesar de não ser complexo, o pós-operatório da cirurgia bariátrica exige cautela e atenção do paciente. Caso queira conhecer as outras medidas do pós cirúrgico, fale com um médico especialista. Quer saber mais? Clique no banner!

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Cirurgia bariátrica é alternativa para controle da diabetes

A cirurgia bariátrica é um procedimento que pode trazer muitos benefícios aos pacientes que sofrem com a obesidade. Assim, além da melhora na qualidade de vida, a intervenção também é considerada uma boa alternativa para o controle do diabetes. Não sabia disso? Então, continue a leitura. Nesse post, será explicado como a cirurgia de redução de estômago atua no tratamento dos pacientes diabéticos. Como funciona a cirurgia bariátrica? A cirurgia bariátrica, também chamada de cirurgia de redução de estômago, atua no tratamento da obesidade mórbida ou grave. Além disso, pode ser utilizada para tratar doença doenças adquiridas em função dela.  No entanto, o procedimento não deve ser visto como uma alternativa rápida ao emagrecimento. Ele é realizado apenas quando as demais possibilidades que permitem ao paciente obter a redução de peso não obtiveram sucesso.  O principal requisito a ser preenchido pelos pacientes é de ter o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou maior ou igual a 35, para quem já tenha desenvolvido alguma complicação em função da doença. O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou quatro tipos de técnicas de cirurgia bariátrica, sendo eles a gastroplastia em Y de Roux (GYR), a gastrectomia vertical (GV), a derivação biliopancreática (DBP) e a banda gástrica ajustável. O que é diabetes? É uma doença crônica na qual o organismo é incapaz de produzir ou produz de forma deficiente a insulina. Em síntese, a insulina é um hormônio responsável por controlar a quantidade de açúcar no sangue, que funciona como fonte de energia para o corpo. Em um paciente diabético, o nível de glicose não é controlado, ficando elevado e causando a hipoglicemia. Quando essa condição permanece por muito tempo, alguns órgãos, vasos sanguíneos e nervos podem sofrer danos. O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune, pois o pâncreas deixa de produzir a quantidade de insulina suficiente e suas células se autodestroem.  Por outro lado, o diabetes tipo 2 surge quando o organismo não consegue utilizar adequadamente a insulina produzida pelo pâncreas ou quando a quantidade fabricada não é suficiente para controlar a taxa de glicemia. Qual a relação entre essa cirurgia e o diabetes? Estudos recentes comprovaram que a cirurgia de redução do estômago desempenha um papel importante no combate ao diabetes. A pesquisa realizada com pacientes obesos e diabéticos demonstrou que, quando eram submetidos à cirurgia, tinham melhoras nos índices de glicemia. Como a cirurgia bariátrica atua no tratamento do diabetes A técnica de bypass gastrojejunal faz um desvio no trânsito intestinal, restabelecendo a secreção de peptídeos intestinais. Essa substância auxilia a secreção de insulina pelo pâncreas. Além disso, o estômago, reduzido pelo procedimento, tem dificuldade em digerir o alimento. Desse modo, ele chega mais rápido ao intestino, promovendo a liberação de diversos hormônios, entre ele o GLP 1. O GLP 1, por sua vez, age sobre o pâncreas, fazendo com que ele passe a produzir mais insulina. Em consequência disso, o açúcar no sangue diminui.  Além disso, o emagrecimento provocado pela gastroplastia contribui para o combate do diabetes. Isso porque há uma redução na quantidade de substâncias inflamatórias que bloqueiam a ação da insulina na célula, fazendo com que ela funcione melhor. Essa é a forma como a cirurgia bariátrica atua no controle do diabetes. Caso tenha interesse no tema, converse com um médico especialista para ser orientado. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre cirurgia bariátrica.

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Conheça os profissionais que formam uma equipe multidisciplinar de cirurgia bariátrica

O sucesso da cirurgia bariátrica não depende, exclusivamente, do trabalho realizado pelo cirurgião. Além de exigir a disciplina e o comprometimento do paciente, o procedimento também depende de uma boa equipe multidisciplinar. Você sabe quais são as especialidades que integram esse grupo? Então, continue a leitura, pois nesse texto serão apresentados cada um dos profissionais envolvidos no processo. Quais médicos compõem a equipe multidisciplinar de cirurgia bariátrica? Por ser um procedimento de alta complexidade, existem muitos fatores a serem considerados antes, durante e após a cirurgia. Esses fatores estão relacionados a diferentes partes do corpo humano. Por isso, há a necessidade de que haja um amplo grupo de especialistas médicos, pois cada um tem a responsabilidade de analisar a situação da área que lhe diz respeito e prescrever os exames que estão sob sua alçada. Todos esses profissionais desempenham suas tarefas com um único objetivo: fazer com que a cirurgia seja um grande sucesso. Para estar apto ao procedimento, o paciente precisa ter o aval de toda a equipe. Essa aprovação depende dos resultados dos exames e das avaliações. Isso porque é por meio desses resultados que será possível confirmar a condição física e psicológica do paciente, além de definir a melhor técnica cirúrgica.  Os principais profissionais envolvidos na cirurgia bariátrica são o cirurgião bariátrico, o endocrinologista, o psiquiatra, o ginecologista, o pneumologista, o cardiologista, a nutricionista e o anestesista, além de um educador físico. Como cada especialista atua no procedimento? Para alcançar um resultado satisfatório, é fundamental que haja uma equipe de médicos de diferentes áreas de atuação acompanhando o paciente. Cada profissional possui a sua responsabilidade no processo. A seguir, uma breve explicação do papel que esses médicos desempenham na cirurgia bariátrica. Cirurgião bariátrico Esse é o médico responsável pelo ato cirúrgico. Com base nos pareceres, na sua avaliação e nos resultados dos exames, ele irá definir a melhor técnica de cirurgia bariátrica a ser utilizada.  Além disso, é o cirurgião que define se o paciente cumpre os requisitos e está apto para o procedimento ou não. Na maioria dos casos, esse profissional é também o responsável por escolher a equipe multidisciplinar. Endocrinologista O endocrinologista é quem diagnostica a causa da obesidade e sugere qual o tratamento mais adequado. Nem todos os casos de obesidade são resolvidos pela cirurgia, pois o problema pode ser causado por outra patologia, tal como um tumor na glândula supra-renal. Esse especialista também é quem acompanha as principais complicações metabólicas, tais como diabetes, hipertrigliceridemia, distúrbios hormonais e hipercolesterolemia. Cardiologista O parecer de um cardiologista é importante em qualquer cirurgia. Os pacientes obesos estão mais predispostos a complicações cardíacas como infarto, hipertensão e insuficiência cardíaca. Para prevenir essas comorbidades, esse profissional irá acompanhar o paciente.  Psiquiatra A obesidade é uma doença que pode ter causa exclusivamente psicológica. Por essa razão, os cuidados com a saúde mental do paciente são de suma importância.  O psiquiatra é o responsável por apresentar o perfil psicológico do paciente para equipe, por orientar o indivíduo sobre as possíveis complicações psicológicas que podem ocorrer no pós-operatório e sobre as mudanças que precisará fazer em seu estilo de vida. Ginecologia As mulheres precisam passar pelo crivo dessa especialidade, pois qualquer tipo de infecção deve ser tratada antes da intervenção.  Pneumologista O pneumologista é fundamental no pós-operatório, pois ele é quem avalia a condição respiratória do paciente. As pessoas que sofrem com obesidade precisam fazer um grande esforço para respirar, por isso, o pulmão precisa estar sem restrições. Nutricionista A obesidade está diretamente ligada aos maus hábitos alimentares. Por isso, é fundamental que o paciente tenha o acompanhamento de uma nutricionista. Esse profissional pode garantir o sucesso da cirurgia, prescrevendo e orientando o paciente para sua nova alimentação. Anestesista O anestesista é o responsável por manter o paciente sob controle durante o ato cirúrgico. Apesar de ser acionado apenas no dia da cirurgia, ele desempenha uma tarefa tão importante quanto as outras.  Educador físico Uma das principais recomendações após a cirurgia e no período de recuperação é que o paciente inicie a prática de atividades físicas. Para isso, o auxílio de um educador físico é fundamental, pois ele irá incentivar o indivíduo a iniciar essa mudança no estilo de vida. Agora você já conhece todos os profissionais envolvidos na cirurgia bariátrica e sabe quais funções cada um desempenha. Quer saber mais? Clique no banner!

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COMO SE PREPARAR PARA CIRURGIA BARIÁTRICA

O paciente candidato precisa ter o entendimento que a preparação para a cirurgia bariátrica é muito importante para o sucesso do pós-operatório, resultando em perda efetiva de peso melhor qualidade de vida  e sua manutenção em longo prazo. Por isso, a avaliação do paciente para a cirurgia bariátrica deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar e de modo bem detalhado. Desta forma, é possível identificar de forma adequada qualquer fato que venha prejudicar o resultado positivo da cirurgia. O aprimoramento de técnicas e a aplicação de novas tecnologias permitiram que as cirurgias sejam mais seguras, rápidas e eficientes. Contudo, tem aumentado o número de pacientes em busca do tratamento cirúrgico da obesidade, a fim de melhorar a qualidade de vida após o tratamento clínico não ter gerado o sucesso esperado.. A Cirurgia Bariátrica De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) o Brasil é o segundo país no mundo que mais realiza cirurgias bariátricas, com 80 mil procedimentos realizados por ano. A SBCBM, em conjunto com as Sociedades Brasileira de Diabetes e Endocrinologia (SBDE) estão buscando formas de submeter ao Conselho Federal de Medicina novas alternativas para indicação operatória baseadas na gravidade do paciente e não somente no IMC (Índice de Massa Corporal). Isso é baseado em diversos estudos nacionais e internacionais que demonstraram maior benefício das cirurgias bariátricas e metabólicas em relação aos tratamentos clínicos.  É fundamental fazer uma análise rigorosa das condições de saúde do paciente, qualificação do cirurgião, estrutura hospitalar, técnica utilizada, além do acompanhamento multidisciplinar. Cuidados na preparação para a cirurgia bariátrica A preparação para a cirurgia bariátrica tem a finalidade de incentivar o emagrecimento até o dia do procedimento, além de detectar as principais complicações referente à nutrição, iniciar o processo de mudanças comportamentais e esclarecer e informar sobre os benefícios, riscos e consequências da operação. O paciente deve ser submetido a uma entrevista bem completa. Nela, o médico deve colher informações do paciente referente à história evolutiva do peso, a identificação dos fatores que contribuem para o ganho de peso, bem como, o uso de medicamentos e de doenças associadas. Seguindo com os dados de doenças e cirurgias pregressas, a história de obesidade na família, distúrbios psicológicos, nutricional e social, além da prática de atividade física. Da mesma forma, deve-se detalhar o exame físico (antropométrico). 7 dicas para ter uma boa preparação para a cirurgia bariátrica: De acordo com a SBCBM, algumas práticas ajudam no preparo adequado antes da cirurgia, sendo elas é fundamental para determinar as chances de sucesso do pós-operatório. Conheça agora quais são: 1- É imprescindível conhecer o histórico do cirurgião e verificar se ele é membro da SBCBM. A consulta pode ser feita no site da Sociedade. 2- Saber se ele atua com equipe multidisciplinar que auxiliará no preparo e orientações pré-cirurgia e também por todo o acompanhamento pós-cirurgia. 3- Também é importante saber qual a técnica que será utilizada na cirurgia. Ela deve constar na resolução 1766-05 do Conselho Federal de Medicina, que regulamenta a cirurgia bariátrica no Brasil. 4- Se possível, visite o local (hospital ou clínica) onde será realizada a cirurgia. 5- Realizar todo o protocolo de exames pré-operatórios. 6- É recomendado que o paciente emagreça cerca de 5% a 10% de seu peso antes da cirurgia para melhorar sua condição clínica. Isso aumenta a segurança na operação. 7- O paciente deve passar por consulta pré-anestésica para o médico rever os exames e a avaliação clínica já feita. Essa consulta tem a finalidade de prevenir quaisquer problemas durante a cirurgia. Conclusão Por fim, vale ressaltar também, a importância do paciente ser orientado antes da operação sobre seu pós-operatório. Desta forma, deve-se conversar de forma detalhada com a nutricionista e outros profissionais que estarão envolvidos no seu cuidado, como endocrinologistas ou outros especialistas, dependendo das doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão. Em suma, podemos afirmar que cirurgia bariátrica e metabólica, quando bem indicada, é a melhor opção para o tratamento da obesidade e das doenças associadas – nos casos em que o tratamento clínico não alcançou o sucesso desejado -, gerando resultados satisfatórios e uma melhora significativa da qualidade de vida do paciente.

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Cirurgia de hérnia: entenda como é a recuperação e os cuidados pós-operatório

Chamamos de hérnia o escape de 1 ou mais órgãos por um espaço atípico, gerado por afrouxamento nas camadas de tecido ou má-formação. A cirurgia de hérnia, portanto, é feita com o intuito de realocar o órgão ou a parte incorretamente posicionada, oferecendo ao paciente bem-estar e pleno funcionamento do organismo. Neste artigo, falaremos um pouco sobre as cirurgias mais comuns para se corrigir esse problema, além de dar detalhes sobre os procedimentos existentes e a recuperação no pós-cirúrgico. Saiba mais abaixo. Fatores de risco As hérnias são mais comuns em pessoas que executam trabalhos de esforço, que exigem força física.  Trabalhadores braçais ou pessoas que têm o costume de fazer exercícios com muito peso estão mais propensos a desenvolver o problema. Outros fatores de risco incluem problemas na próstata, dificuldade para urinar e constipação intestinal. O histórico familiar também pode ter algum efeito no surgimento da enfermidade: há relatos de casos repetidos na mesma família. Hérnia inguinal: um dos tipos mais comuns Esse tipo de hérnia é uma protrusão de uma das alças do intestino, por meio de espaço formado na região da virilha. Pode ser direta, permitindo que uma porção do intestino avance na bolsa escrotal, ou indireta, quando formada pela passagem da alça do intestino por meio do anel herniário. Quais são os sintomas? Dores atípicas na região da barriga e do ventre. Se isso acontecer, a pessoa deve ser levada a um médico de confiança. Sangramentos, inchaço e desconforto também podem ocorrer. As dores são mais comuns quando o paciente está em pé ou praticando atividade física. Quando está deitado, o incômodo tende a diminuir consideravelmente. A cirurgia de hérnia é o único tratamento? Sim. Outras formas de tratamento são paliativas. A utilização de remédios não é capaz de fazer o intestino “voltar para o lugar”; assim, é preciso que haja intervenção cirúrgica. Na cirurgia convencional, há a utilização de anestesia peridural, e é feito um corte na região da virilha. O tamanho do corte e a localização dele podem variar. Reforça-se a parede abdominal por meio de uma tela específica, feita de polipropileno, a qual reduz a possibilidade de repetição da enfermidade. Na cirurgia de hérnia por laparoscopia, há a utilização de anestesia geral.  O procedimento é feito através de 3 orifícios pequenos, criados na região do abdômen, e é visualizado por uma câmera diminuta. Após “empurrar” a hérnia para o local correto, o cirurgia fixa uma tela de proteção na parede abdominal. A laparoscopia tende a ser mais utilizada, uma vez que causa cicatrizes menores e promove melhor recuperação que a cirurgia tradicional. Como é a recuperação? A recuperação tende a ser bem rápida: a maior parte dos pacientes fica em observação por até 2 dias. Assim, a volta à realização de atividades cotidianas leva de 2 semanas a 1 mês. O trabalho mais pesado, no entanto, pode ter que esperar um pouco mais: apenas o médico pode liberar ou desaconselhar a prática de atividade física. A dieta deve ser saudável, mas não possui grandes restrições. Algumas pessoas relatam ausência de apetite e náuseas, mas esses são sintomas passageiros. Graças aos pequenos cortes ou orifícios feitos, é natural que haja dor localizada, um pouco de sangramento, inchaço, desconforto abdominal e hematomas no local em que a intervenção foi feita.  Nenhuma dessas coisas deve se tornar insuportável, porém a ocorrência de aumento de temperatura, vermelhidão ou secreção purulenta deve ser imediatamente combatida no paciente que acabou de passar por uma cirurgia de hérnia. Quer saber mais? Clique no banner!

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