Consequências e complicações da obesidade

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A vida moderna e os avanços tecnológicos produziram diversos benefícios para a sociedade. No entanto, essa mudança no estilo de vida também tornou a população mais sedentária. Assim, uma das consequências do sedentarismo é a obesidade, um grave problema de saúde pública no mundo.

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Nesse artigo, você entenderá mais sobre essa doença, além disso, conhecerá as graves complicações que o excesso de peso pode trazer para nossa saúde. Então, continue a leitura e mantenha-se informado.

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O que é obesidade?

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Em suma, é o acúmulo de gordura corporal em níveis definidos pelo Índice de Massa Corpórea (IMC). Esse índice é obtido por meio do resultado da divisão do peso corporal pela altura do indivíduo. Dessa forma, a pessoa pode ser classificada da seguinte maneira:

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  • Entre 25,0 e 29,9 Kg/m2 = sobrepeso
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  • Maior que 30,0 e menor que 34,9 Kg/m2 = grau I
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  • Entre 35,0 e 39,9 Kg/m2 = grau II
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  • Maior que 40,0 Kg/m2 = grau III
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Essa é uma das patologias associadas à má alimentação. Quando há uma ingestão de calorias maior do que o gasto calórico, ocorre um ganho de peso. Quanto maior for essa ingestão e menor a prática de atividades físicas, maiores as chances do grau ser mais elevado.

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Quais são as consequências para a saúde?

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Precisamos nos preocupar com a obesidade não só pela dificuldade de mobilidade que ela traz ou pela redução da qualidade de vida que produz. O excesso de gordura corporal está associado a vários problemas graves de saúde.

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Nas próximas linhas, você conhecerá quais são essas complicações e entender o quão prejudiciais elas são para a saúde.

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Diabetes

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Essa é a principal comorbidade percebida em pacientes obesos. O excesso da ingestão de calorias faz com que o organismo não consiga produzir a quantidade necessária de insulina para metabolizar todo o açúcar.

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Outra possibilidade é o corpo se tornar resistente à presença da insulina, caracterizando o diabetes tipo 2.

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Colesterol alto

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A gordura acumulada não ocorre apenas na parte externa do corpo, mas também no seu interior. Os alimentos gordurosos são transformados em colesterol. Em resumo, o aumento dessa substância faz com que ela se acumule nos vasos sanguíneos, o que pode causar, dentre outros problemas, um AVC.

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Hipertensão

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Outra comorbidade muito frequente em pessoas obesas. O aumento da presença de gordura no organismo dificulta a circulação sanguínea. Consequentemente, o coração precisa trabalhar com mais força, elevando a pressão arterial e causando a doença.

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Dificuldades respiratórias

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O excesso de gordura produz um aumento de peso sobre os pulmões, reduzindo a entrada e saída de ar, causando uma apneia do sono. Essa doença traz graves consequências à vida do paciente.

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Alterações hormonais

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A obesidade também provoca alterações hormonais no organismo que se manifestam de formas diferentes. Assim, podem fazer com que haja um aumento nos pelos do rosto da mulher, no risco do câncer colorretal, próstata, de mama, de endométrio e das vias biliares.

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Essas são apenas algumas das diversas complicações que podem surgir em consequência da obesidade. Porém, podem ser tratados e até eliminados se houver uma mudança no estilo de vida do paciente. Quer saber mais? Clique no banner!

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Cirurgia Bariátrica: vantagens e desvantagens

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Os maus hábitos alimentares da população vem aumentando cada dia mais o número de obesos no Brasil. Consequentemente, a indicação da cirurgia bariátrica para o tratamento do excesso de gordura corporal teve um crescimento de mais de 40% nos últimos 7 anos, sendo realizadas cerca de 100 mil cirurgias em 2018.

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Em um país onde 20% da população se encontra obesa e mais da metade tem sobrepeso, a cirurgia bariátrica ou cirurgia de estômago, como é popularmente conhecida, se torna a principal forma de tratamento de uma das doenças que mais preocupam as autoridades. Em vista da alta porcentagem de obesos, fica fácil explicar o aumento dos números citados no parágrafo anterior.

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A cirurgia bariátrica é um procedimento dedicado ao controle da obesidade e das doenças associadas, quando nenhum outro método é capaz de fazê-lo.

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Existem três abordagens básicas classificadas como restritivas, disabsortivas e mistas. No primeiro caso, há apenas a redução do tamanho do estômago. Assim o paciente perde peso por ingerir uma quantidade consideravelmente menor de alimentos. O tipo misto associa a redução do estômago com transpasse intestinal, em que a perda de peso se dá tanto pela pouca ingestão quanto pela menor absorção dos alimentos. E por último, as cirurgias disabsortivas visam diminuir a função de absorção do intestino.

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A gastroplastia, outro termo para cirurgia bariátrica, apesar de trazer benefícios significativos para os pacientes elegíveis, assim como qualquer cirurgia, tem os seus riscos e suas desvantagens.

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Vamos abordar neste artigo um pouco mais sobre o assunto. Acompanhe.

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Vantagens da cirurgia bariátrica

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As técnicas cirúrgicas disponíveis, por serem muito eficazes, proporcionam um resultado rápido e efetivo em relação a perda de peso.

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A principal vantagem, sem dúvida, é elevada eliminação de gordura corporal após o procedimento e, com isso, o controle das comorbidades associadas.

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De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, existem mais de 20 doenças derivadas do sobrepeso, como o Diabetes, Hipertensão, dores articulares e etc. Com a redução do peso, fica mais fácil equilibrá-las, ou até mesmo, redimí-las.

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A qualidade de vida e autoestima do paciente, além dos problemas relacionados à imagem corporal também obtém expressiva melhora.

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Desvantagens

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Embora a gastrectomia seja um tratamento bastante vantajoso no combate à obesidade, a cirurgia não é eletiva a qualquer caso, devido à sua agressividade.

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O paciente precisa atender diversos fatores como ter entre 16 e 65 anos, IMC maior que 40 Kg/m2 ou IMC menor que 40 kg/m2 associado a comorbidades, e já ter tentado outros métodos para emagrecer sem obter sucesso.

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Outra desvantagem é que o paciente submetido à cirurgia deverá ter acompanhamento nutricional por longo período ou toda a vida, a fim de evitar deficiências de substâncias importantes devido às mudanças na alimentação e na absorção de nutrientes.

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E, por fim, o pós-operatório desconfortável deve ser citado. A adaptação alimentar do paciente pode causar algum incômodo.

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Também há risco de complicações como sangramento excessivo, trombose venosa nos primeiros dias que sucedem a cirurgia, formação de fístulas e infecções.

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